Caros Biólogos,
Vem aí o primeiro jantar de curso de Biologia deste ano lectivo!
O jantar irá ser no restaurante "O Pacato" e o prato é lombo de porco com batata, arroz e salada. Pedimos aos vegetarianos para nos avisar por favor! O preço do jantar é de 10€
A seguir ao jantar iremos ter uma festa privada no ISA, portanto preparem-se para o que aí vem :)
O ponto de encontro será às 20h junto ao portão do ISA (rua calçada da tapada).
As incrições são feitas na AE, junto à Anabela, até dia 9 com a entrega de um sinal de 5€
Para mais informações, não hesitem em contactar-nos!
Contamos contigo!
Saudações Biológicas
Equipa NuBISA
6 de outubro de 2013
Curso Livre de Identificação de Cogumelos em Évora
O terceiro curso de identificação de cogumelos do CEAI pretende dar aos seus participantes a oportunidade de se familiarizarem com os macrofungos, comummente designados de cogumelos.
Curso Livre de Identificação de Cogumelos
Taxonomia e Identificação de Macrofungos
Gestão e Conservação do Recurso Micológico
15 e 16 de dezembro | Sábado e Domingo
Os cogumelos, apresentam uma importância ecológica elevada e ainda um papel de realce. O curso visa salientar a importância do conhecimento e entendimento dos cogumelos nas suas duas componentes principais (Taxonomia e Ecologia), dando ferramentas aos participantes que lhes permitam iniciar-se na identificação de espécies e na compreensão da sua ocorrência na região de Évora.
O workshop é composto por palestras teóricas, sessões teórico-práticas e uma componente prática. Cada sessão teórica consiste na descrição da taxonomia, biologia e ecologia do grupo em causa, sendo depois aplicados os conhecimentos adquiridos na sessão teórico-prática realizada em laboratório, com análise dos caracteres morfológicos (macro e micro) e utilização de chaves dicotómicas.
O programa foi estruturado de forma evolutiva, desde a compreensão dos conceitos-base em micologia, passando pela identificação de macrofungos, até à aplicação dos conhecimentos - aproveitamento do recurso.
PROGRAMA
Sábado | 15
Local: CEAI
09:00h Recepção dos participantes
09:30h Apresentação do curso e dos formadores
10:00h Introdução ao reino dos fungos
Sistemática, evolução, biologia, ecologia, características macroscópicas diagnosticantes
13:00h Almoço
14:00h Sessão teórica - Taxonomia de Basidiomycetes (módulo I)
Família Russulaceae
Família Boletaceae
Família Suillaceae
Família Paxillaceae
15:00h Intervalo
15:30h Sessão teórica - Taxonomia de Basidiomycetes (módulo II)
Família Agaricaceae
Família Tricholomataceae
Família Entolomataceae
Família Amanitaceae
Família Cortinareceae
Família Strophariaceae
17:00h Sessão Teórico-prática: Introdução à microscopia e reacções químicas
Local: Lab. Ecologia da Universidade de Évora
19:00h Gestão e conservação do recurso micológico
Local: Lab Universidade de Évora
20:00h Jantar Micológico
Local: a definir
21:00h Tertúlia | Cogumelos do campo para a mesa: Confeção e conservação
Domingo | 16
Local: Serra de Monfurado
09:00h Saída de Campo
13:00h Almoço
14:30h Sessão teórica - Taxonomia de Basidiomycetes (módulo 3) e Ascomycetes (módulo 1)
Familia Gomphaceae
Familia Hydnaceae
Familia Cantharellaceae
Familia Polyporaceae
Familia Pezizaceae
16:00h Sessão Laboratorial de identificação de material recolhido
19:00h Fim do Curso
FORMADORES
Carlos Martins Vila-Viçosa
Licenciado em biologia pela Universidade de Évora e Mestre em gestão e conservação de recursos naturais pela Universidade de Évora e Instituto Superior de Agronomia, tem dedicado a sua linha de investigação às disciplinas geobotânicas(fitossociologia e fitogeografia), com especial destaque para o estudo dos bosques marcescentes mediterrânicos, sua ecologia e corologia. Na micologia, desenvolve trabalhos com o GTM-CEAI desde 2006, tendo experiência profissional em gestão do recurso micológico, à qual reúne o gosto pela taxonomia e identificação de espécies, sempre na perspetiva de associar a sua ocorrência a agrupamentos vegetais característicos, que se inserem na dinâmica dos bosques mediterrânicos.
Ricardo Arraiano Castilho
Licenciado em biologia pela Universidade de Évora, mestrando na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em Biodiversidade, Genética e Evolução em parceria com o CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos. Tem dedicado toda a sua carreira à micologia, com particular ênfase ao estudo de ectomicorrizas e macrofungos superiores. Tem desenvolvido vários trabalhos neste âmbito através do GTM - CEAI, desde 2009. Atualmente, desenvolve a sua pesquisa em torno da genética populacional e filogeografia de macrofungos.
Rui Cardoso Ramos
Professor de educação física pela Universidade de Coimbra, começou como apaixonado da micologia há mais de uma década, aliando o gosto pela gastronomia ao conhecimento em taxonomia e ecologia das espécies. Presentemente, é um profundo conhecedor do micobiota português, nomeadamente ao nível do cronograma de frutificação de espécies com interesse antropológico, e sua distribuição geográfica. Desenvolve o seu trabalho na exploração de usos múltiplos das diferentes espécies passíveis de consumo por parte do homem, quer do ponto de vista da conservação pós-colheita, quer das conservas e confeções a realizar, apresentando um variado leque de produtos e receitas com base no uso de mais de 60 espécies diferentes.
Locais: Espaço Ambiente, R. do Raimundo, 119 Évora | Serra de Monfurado
Duração: 20 horas
Custo: 80 euros | 10% de redução para associados
Número de participantes: mínimo: 12; máximo 20 | pré-inscrição obrigatória
Inscrições e mais informações:
266 746 102
96 209 26 24
info@ceai.pt
www.facebook.com/ceai.portugal
www.ceai.pt/
Material aconselhado
Cesto de vime, canivete, vestuário e calçado adequado, máquina fotográfica, guia micológico (opcional) .
A participação na actividade inclui seguro de acidentes pessoais, documentação de apoio, certificado de participação, jantar micológico e todo o apoio logístico necessário.
Curso Livre de Identificação de Cogumelos
Taxonomia e Identificação de Macrofungos
Gestão e Conservação do Recurso Micológico
15 e 16 de dezembro | Sábado e Domingo
Os cogumelos, apresentam uma importância ecológica elevada e ainda um papel de realce. O curso visa salientar a importância do conhecimento e entendimento dos cogumelos nas suas duas componentes principais (Taxonomia e Ecologia), dando ferramentas aos participantes que lhes permitam iniciar-se na identificação de espécies e na compreensão da sua ocorrência na região de Évora.O workshop é composto por palestras teóricas, sessões teórico-práticas e uma componente prática. Cada sessão teórica consiste na descrição da taxonomia, biologia e ecologia do grupo em causa, sendo depois aplicados os conhecimentos adquiridos na sessão teórico-prática realizada em laboratório, com análise dos caracteres morfológicos (macro e micro) e utilização de chaves dicotómicas.
O programa foi estruturado de forma evolutiva, desde a compreensão dos conceitos-base em micologia, passando pela identificação de macrofungos, até à aplicação dos conhecimentos - aproveitamento do recurso.
PROGRAMA
Sábado | 15
Local: CEAI
09:00h Recepção dos participantes
09:30h Apresentação do curso e dos formadores
10:00h Introdução ao reino dos fungos
Sistemática, evolução, biologia, ecologia, características macroscópicas diagnosticantes
13:00h Almoço
14:00h Sessão teórica - Taxonomia de Basidiomycetes (módulo I)
Família Russulaceae
Família Boletaceae
Família Suillaceae
Família Paxillaceae
15:00h Intervalo
15:30h Sessão teórica - Taxonomia de Basidiomycetes (módulo II)
Família Agaricaceae
Família Tricholomataceae
Família Entolomataceae
Família Amanitaceae
Família Cortinareceae
Família Strophariaceae
17:00h Sessão Teórico-prática: Introdução à microscopia e reacções químicas
Local: Lab. Ecologia da Universidade de Évora
19:00h Gestão e conservação do recurso micológico
Local: Lab Universidade de Évora
20:00h Jantar Micológico
Local: a definir
21:00h Tertúlia | Cogumelos do campo para a mesa: Confeção e conservação
Domingo | 16
Local: Serra de Monfurado
09:00h Saída de Campo
13:00h Almoço
14:30h Sessão teórica - Taxonomia de Basidiomycetes (módulo 3) e Ascomycetes (módulo 1)
Familia Gomphaceae
Familia Hydnaceae
Familia Cantharellaceae
Familia Polyporaceae
Familia Pezizaceae
16:00h Sessão Laboratorial de identificação de material recolhido
19:00h Fim do Curso
FORMADORES
Carlos Martins Vila-Viçosa
Licenciado em biologia pela Universidade de Évora e Mestre em gestão e conservação de recursos naturais pela Universidade de Évora e Instituto Superior de Agronomia, tem dedicado a sua linha de investigação às disciplinas geobotânicas(fitossociologia e fitogeografia), com especial destaque para o estudo dos bosques marcescentes mediterrânicos, sua ecologia e corologia. Na micologia, desenvolve trabalhos com o GTM-CEAI desde 2006, tendo experiência profissional em gestão do recurso micológico, à qual reúne o gosto pela taxonomia e identificação de espécies, sempre na perspetiva de associar a sua ocorrência a agrupamentos vegetais característicos, que se inserem na dinâmica dos bosques mediterrânicos.
Ricardo Arraiano Castilho
Licenciado em biologia pela Universidade de Évora, mestrando na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em Biodiversidade, Genética e Evolução em parceria com o CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos. Tem dedicado toda a sua carreira à micologia, com particular ênfase ao estudo de ectomicorrizas e macrofungos superiores. Tem desenvolvido vários trabalhos neste âmbito através do GTM - CEAI, desde 2009. Atualmente, desenvolve a sua pesquisa em torno da genética populacional e filogeografia de macrofungos.
Rui Cardoso Ramos
Professor de educação física pela Universidade de Coimbra, começou como apaixonado da micologia há mais de uma década, aliando o gosto pela gastronomia ao conhecimento em taxonomia e ecologia das espécies. Presentemente, é um profundo conhecedor do micobiota português, nomeadamente ao nível do cronograma de frutificação de espécies com interesse antropológico, e sua distribuição geográfica. Desenvolve o seu trabalho na exploração de usos múltiplos das diferentes espécies passíveis de consumo por parte do homem, quer do ponto de vista da conservação pós-colheita, quer das conservas e confeções a realizar, apresentando um variado leque de produtos e receitas com base no uso de mais de 60 espécies diferentes.
Locais: Espaço Ambiente, R. do Raimundo, 119 Évora | Serra de Monfurado
Duração: 20 horas
Custo: 80 euros | 10% de redução para associados
Número de participantes: mínimo: 12; máximo 20 | pré-inscrição obrigatória
Inscrições e mais informações:
266 746 102
96 209 26 24
info@ceai.pt
www.facebook.com/ceai.portugal
www.ceai.pt/
Material aconselhado
Cesto de vime, canivete, vestuário e calçado adequado, máquina fotográfica, guia micológico (opcional) .
A participação na actividade inclui seguro de acidentes pessoais, documentação de apoio, certificado de participação, jantar micológico e todo o apoio logístico necessário.
Pele clara dos europeus deve-se a mutação genética há mais de 30 mil anos
"Uma mutação genética ocorrida há entre 30.000 e 50.000 anos, depois da saída do Homo sapiens de África, pode ser a causa de os europeus terem a pele clara, segundo uma investigação coordenada por Santos Alonso, da Universidade do País Basco.

Feito com base em mais de 1000 pessoas de diferentes zonas de Espanha, o estudo foi publicado na revista Molecular Biology and Evolution.
Os autores do trabalho explicam que o facto do ser humano ter uma pele mais ou menos escura e uma determinada cor de cabelo é definido, em parte, pelo gene MC1R, cuja evolução no Sul da Europa foi estudada pela equipa e onde ainda hoje é dominante. Este gene, que regula a síntese da melanina, que pigmenta a pele, é muito mais diversificado nas populações euro-asiáticas do que nas africanas.
Os investigadores calculam que a mutação, associada à pele clara e aos cabelos louros ou ruivos, surgiu há 30.000 a 50.000 anos, ou seja, depois da saída de África do Homo sapiens e que a mudança pode ter sido muito benéfica para a adaptação ao novo ambiente, dado que a pele clara facilita a síntese da vitamina D, o que é necessário num meio onde a radicação ultravioleta é menor, em comparação com África.
“Os nossos dados reforçam esta ideia, mas deve continuar-se a investigar”, disse Santos Alonso, citado pela agência espanhola EFE.
No entanto, esta mutação também está associada a uma maior susceptibilidade ao melanoma, o tipo de cancro de pele mais perigoso. “A vitamina D é necessária para o crescimento, é muito importante para a mineralização óssea adequada e o desenvolvimento do esqueleto, enquanto o melanoma é uma doença que aparece no período pós-reprodutivo”, disse a investigadora Saioa Lopez, da equipa.
“A evolução parece favorecer a despigmentação à custa de um maior risco de sofrer de melanoma”, referiu a investigadora, considerando ser este “o preço a pagar para garantir a sobrevivência da [nossa] espécie”."
Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/pele-clara-dos-europeus-devese-a-mutacao-genetica-ha-mais-de-30-mil-anos-1608120
Feito com base em mais de 1000 pessoas de diferentes zonas de Espanha, o estudo foi publicado na revista Molecular Biology and Evolution.
Os autores do trabalho explicam que o facto do ser humano ter uma pele mais ou menos escura e uma determinada cor de cabelo é definido, em parte, pelo gene MC1R, cuja evolução no Sul da Europa foi estudada pela equipa e onde ainda hoje é dominante. Este gene, que regula a síntese da melanina, que pigmenta a pele, é muito mais diversificado nas populações euro-asiáticas do que nas africanas.
Os investigadores calculam que a mutação, associada à pele clara e aos cabelos louros ou ruivos, surgiu há 30.000 a 50.000 anos, ou seja, depois da saída de África do Homo sapiens e que a mudança pode ter sido muito benéfica para a adaptação ao novo ambiente, dado que a pele clara facilita a síntese da vitamina D, o que é necessário num meio onde a radicação ultravioleta é menor, em comparação com África.
“Os nossos dados reforçam esta ideia, mas deve continuar-se a investigar”, disse Santos Alonso, citado pela agência espanhola EFE.
No entanto, esta mutação também está associada a uma maior susceptibilidade ao melanoma, o tipo de cancro de pele mais perigoso. “A vitamina D é necessária para o crescimento, é muito importante para a mineralização óssea adequada e o desenvolvimento do esqueleto, enquanto o melanoma é uma doença que aparece no período pós-reprodutivo”, disse a investigadora Saioa Lopez, da equipa.
“A evolução parece favorecer a despigmentação à custa de um maior risco de sofrer de melanoma”, referiu a investigadora, considerando ser este “o preço a pagar para garantir a sobrevivência da [nossa] espécie”."
Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/pele-clara-dos-europeus-devese-a-mutacao-genetica-ha-mais-de-30-mil-anos-1608120
A mulher que envelheceu 50 anos em alguns dias
"Os médicos vietnamitas não conseguiram ainda descobrir a causa exata do envelhecimento de Nguyen Thi Phuong, mas apontam como hipótese em efeito secundário raro de uma sobredosagem com esteróides para tratar uma alergia alimentar a marisco.
A jovem tinha 23 anos quando uma forte alergia depois de ter comido marisco levou os médicos a darem-lhe um cocktail de medicamentos. Em poucos dias, Nguyen Thi Phuong tinha o aspeto de uma mulher de 70 anos.
Uma doença rara chamada lipodistrofia é outra das hipóteses investigada. Trata-se um problema que pode provocar uma espécie de desintegração da gordura por baixo da pele, enquanto a pele cresce e um ritmo assustador.
Os médicos avaliam ainda a possibilidade de a jovem vietnamita sofrer de mastocitose, uma doença provocada pela presença excessiva de células que produzem a histanima, que desepenham um papel das reações imunes."
Fonte: http://visao.sapo.pt/a-mulher-que-envelheceu-50-anos-em-alguns-dias=f627993#ixzz2gwlawnJw
A jovem tinha 23 anos quando uma forte alergia depois de ter comido marisco levou os médicos a darem-lhe um cocktail de medicamentos. Em poucos dias, Nguyen Thi Phuong tinha o aspeto de uma mulher de 70 anos.
Uma doença rara chamada lipodistrofia é outra das hipóteses investigada. Trata-se um problema que pode provocar uma espécie de desintegração da gordura por baixo da pele, enquanto a pele cresce e um ritmo assustador.
Os médicos avaliam ainda a possibilidade de a jovem vietnamita sofrer de mastocitose, uma doença provocada pela presença excessiva de células que produzem a histanima, que desepenham um papel das reações imunes."
Fonte: http://visao.sapo.pt/a-mulher-que-envelheceu-50-anos-em-alguns-dias=f627993#ixzz2gwlawnJw
5 de outubro de 2013
Descobertas duas novas aranhas enigmáticas no Uruguai
"As duas novas espécies descritas, Chaco castanea e Chaco costai, são aranhas de dimensão média que variam entre 1 e 2 cm de tamanho. Como todas as aranhas da família Nemesiidae, apresentam um corpo alongado e pernas robustas e uma coloração predominantemente preto-acastanhada. Um estudo publicado ontem na revista ZooKeys fornece uma descrição detalhada das duas novas espécies e um raro vislumbre dos seus hábitos de vida.As duas novas espécies podem ser encontradas em solos arenosos de zonas costeiras de rios associados a vegetação psamófita (que se desenvolve em lugares secos). Este é o local onde estas aranhas peculiares constroem tocas forradas a seda onde passam grande parte das suas vidas. As tocas também são protegidas por uma porta basculante, o que as torna difíceis de serem encontradas.
«Devido a uma série de características da história de vida, estas aranhas são difíceis de serem apanhadas e, consequentemente, pouco se sabe sobre a sua biologia», declara Laura Montes de Oca, investigadora do Instituto de Investigações Biológicas Clemente Estable, no Uruguai.
«Observações em condições naturais permitem-nos saber que são mais ativas durante a noite. Este conhecimento é fundamental para encontrar as aranhas, para realizarmos os estudos necessários tanto no campo como em laboratório. Ao permanecerem na toca a maior parte das suas vidas, torna estes animais mais vulneráveis a perturbações no habitar. No Uruguai, a vegetação psamófita está a diminuir criticamente e é muito importante estudar e conservar estas duas espécies.»Experiências em ambiente de laboratório revelaram alguns dos segredos que estas aranhas escondem. A aranha Chaco costai foi observada a caçar, levantando a entrada da toca com as patas dianteiras. A porta, como uma aba, fornece uma cobertura perfeita para emboscar e capturar a vítima inocente. As aranhas regressam ao interior da toca após apanharem a presa.
Uma outra ocasião em que as aranhas ficam ao ar livre é durante a cópula, quando o macho e a fêmea deixam os seus esconderijos. No entanto, assim que terminam o acasalamento, regressam imediatamente às respetivas tocas."
Fonte: http://querosaber.sapo.pt/ambiente/descobertas-duas-novas-aranhas-enigmaticas-no-uruguai
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